Bom, vim desabafar. Estou passando por uma situação dificil, assumi meu namoro pra minha familia, e lendo o post que eu escrevi como foi que me assumi dá pra imaginar o clima aqui em casa.
Eu queria entender o porque a homossexualidade ainda é um tabu para algumas pessoas.
Primeiramente eu acho que eu nunca disse aqui no blog o porque eu tenho especialmente esse blog, um voltado ao orgulho gay.
Minha familia sempre foi bem preconceituosa em relação à isso, ou seja, fui criada em um ambiente preconceituoso, até brinco as vezes que eu vim pra pagar a lingua, um termo que eles tem aqui em casa é que se a criança tem um lado mais masculino (se for menina) ou feminino (se for menino) não concordo com isso, não acho que é quando a criança demonstre um lado mais assim já que existem mulheres que gostam de futebol e maquiadores super conceituados e nem por isso homossexuais, pra mim isso é puro machismo.
O real motivo de'u ter esse blog é porque EU TENHO ORGULHO DE SER GAY. No começo minha auto-aceitação não foi fácil, - nenhum pouco- pelo fato de ter sido criada no ambiente em que eu vivia, mas acho que apartir do momento em que você tem convicção do que você gosta e o que você quer fica mais fácil. Acho que pra dar orgulho a gente tem que sentir orgulho do que somos. Claro que, em algumas familias isso é mais dificil, inclusive na minha - Eu sempre tento ver o ladso da familia, sabe é importante a empatia, assim como para nós (gays) não é fácil sair na rua e ficarem te olhando e julgando "olha, ela é sapatão" tambem não é facil para os nossos pais, mas não justifica o comportamento estupido de alguns deles, porque apartir do momento que sua mãe diz "parabens filha, pô deve ser bem dificil tenha orgulho de si porque enfrentar preconceito não é fácil" fica mais fácil cara, bem mais.
Ontem eu estava dando "uma aula" na minha sala, porque eu ainda estudo -risos- e dá pra ver que ainda existe MUITO preconceito, e tem uma puta diferença entre OPÇÃO e ORIENTAÇÃO mas as pessoas não entendem isso, incrivel, incrivelmente ridiculo.
Bom, como eu contei tudo pra minha familia quem mais me surpreendeu foi minha mãe, ela foi a quem menos julgou, na verdade ela até aceitou numa boa, já que o resto da familia ja tinha feito o favor de me julgar, risos. Ela até gostou da minha namorada! Ela disse que o fato de eu ser gay, não ia me fazer mais filha ou menos filha, gostei muito quando ela disse isso.
A minha aparencia é de quase um menino, alguns até chegam a perguntar se sou um, mas me visto assim porque eu me sinto bem, nunca fui dessas que gostavam muito de se maquiar, isso não quer dizer que eu deixo de ser feminina. Acredito que não seja forma de vestir, não é sua sexualidade, não é sua cor, não é seu cabelo, ou qualquer outra coisa que a sociedade usa pra rotular as pessoas que fazem o carater, é o que tem ai dentro, é o conteúdo que você carrega, e eu de verdade gostaria MUITO que a sociedade entendesse isso. Orgulhe-se do que você é, porque se você não se orgulhar nem se amar ninguém vai fazer isso por você. Tenha certeza que você é muito mais homem/mulher por se assumir quem você é e sofrer tanto preconceito dentro e/ou fora de casa.
"Você tem o direito de falar o que pensa mas não tem o direito de julgar quem não conhece"
terça-feira, 11 de setembro de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
O esteriótipo entre os meninos.
Fui questionado pelo meu pai, em mais uma de nossas conversas sobre minha orientação sexual, a seguinte questão: ''Filho, você jogou bola, assiste futebol, é fanático pelo seu time, sempre frequentou lugares sem homossexuais, fez natação, joga video-games com jogos violentos, ouve rock igual a mim e gosta de lutas; como você pode ser homossexual e me explicar que isso não é uma fase?'' - um tanto quanto intrigante, não?
Não creio que seja uma questão simples para nossos pais que tiveram uma criação em uma geração diferente que a nossa, por isso, temos que tentar adaptar nossa linguagem e ideias para convence-los. Quando meu pai me questionou isso, eu poderia ter arregalado os olhos e encarado com um jovem que sabe que isso é algo normal, mas até mesmo os mais jovens hoje tem uma ideia errada de como é ser um garoto homossexual.
Todos veem garotos homossexuais como verdadeiros pequenos carros alegóricos, cheios de purpurina, aonde nunca param e também nunca querem cessar as coisas que mais gostam; uma vida sem limites. Quando isso é só mais um esteriótipo criado por nossa sociedade e infectado com a mídia. Quantas novelas retrataram um homem homossexual sem ser um cabeleireiro, designer de moda ou empregado particular de uma madame podre de rica e esnobe? A maioria dos diretores destas novelas tem o argumento - ''Queremos integrar os homossexuais na história para mostrar que é algo normal na nossa sociedade ainda homofóbica'' - mas acabam por passar uma imagem estereotipada e que faz alguns terem ideias erradas do que é ser homossexual.
Eu tenho 16 anos de idade e me chamo Renan Hideyoshi, e respondi meu pai que tem 60 anos desta forma: ''Pai, o senhor pode tentar colocar justificativas para seda-lo da dor de saber que tem um filho homossexual, mas isso não é de hoje e nem de ontem. Eu fiz todas estas coisas porque, de fato, gosto de cada uma delas. Para que eu seja homossexual, eu não preciso afinar minha voz, ter uma vida sem limites e andar rebolando, isso foi uma imagem errada que lhe passaram. Basta ser eu mesmo, amando uma pessoa do mesmo sexo'' - sempre estive seguro de minha resposta, afinal, namoro um menino no qual amo muito e enfrento tudo por ele, inclusive a distância. E desde pequeno, sabia que eu gostava de outros garotos, mas isso é assunto pra outra postagem.
Você muitas vezes será julgado, garoto, se for homossexual e algumas vezes surgirão comentários se você é como eu: ''Cara, você é o gay mais macho que eu conheço'' - seus gostos podem definir algumas ideias e ideais, porém não interfere em sua orientação sexual completamente.
Querem ter uma ideia de como orientação não define gostos, aparências e afins? Vejam esse documentário que deveria ser mais um daqueles a passar em Rede Aberta:
Somos únicos, diferentes, nossa semelhança é apenas uma: amamos.
Arigato gozaimasu
sábado, 25 de agosto de 2012
Orientação sexual ou opção sexual?
Quando nascemos, não sei porque diabos pré-determinam que
sejamos hetero mesmo assim você não opta ser hetero, pré-suponho, porque é o ‘normal’,
mas o que é normal pra mim pode não ser normal pra você, acho que não tem um
conceito de “certo, errado, normal” absoluto.
Opção sexual, logo quando alguém diz OPÇÃO é algo que você
opta, ou deveria ser isso, no contexto... Bem, é diferente você se sentir atraído
por uma pessoa e ficar com ela por ficar, já é outra coisa você gostar de
verdade da pessoa, e botar a cara na sociedade e se assumir por isso, existe
gente que opta ser bissexual por exemplo, optar é diferente de você ser ‘uma
coisa’.
Já a orientação sexual é quando você nasce com aquilo,
porque creio eu que ninguém vai meter a cara na sociedade e ir falar que é
homossexual apenas pra sofrer preconceito, seria meio sem lógica. Discordo com
a teoria do modismo, eu acho que diferente de moda, o homossexualismo tem sido
um pouco mais aceito e então as pessoas se sentem mais à vontade para poder se ‘revelar’
digamos assim. Embora o pré-conceito seja grande ainda, está mais aceita,
digamos.
Bem a finalidade deste post é deixar bem claro para algumas
pessoas que existe sim a diferença de optar e ser.
...Eu acho que quando se trata desse assunto a maioria das
pessoas tem opiniões diferentes...
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Caros leitores,
Voltei com o blog a ativa, irei postar pelo menos uma vez na
semana. Eu estava tirando um tempo pra mim, aconteceram algumas coisas e eu
estava até fora de casa (risos) estou bem melhor comigo mesma, precisava
disso... E enfim...
Hoje irei falar sobre o homossexual aceito em casa (algumas
postagens abaixo eu falei sobre os não aceitos, inclusive falei sobre a minha
história).
Conversei com algumas pessoas. And, here go!
1º Depoimento: Neto Pinheiro, 18 anos. Balneário Camboriú, Santa
Catarina.
Neto diz que, sua experiência no começo se assumindo foi
conturbada, “eu sempre fui muito ‘viado’ sabe, nunca nem fiquei com uma mina
antes do reveillon do ano passado, mas a primeira vez que eu fiquei com um menino foi com
14 anos (com meu primo)... Hahaha, e tipo eu nunca cheguei nos meus pais e
disse "eu sou homossexual" porque eu nunca tinha achado necessário,
sabe” Há um ano e meio sua mãe o descobriu, quis bater no mesmo, sua mãe o
descobriu deu o prazo de uma semana para ele sair de casa... “ ’Bom mãe se é
isso que tu queres, ótimo’ no mesmo dia liguei pra minha avó
e pedi pra morar lá um tempo, no dia que eu saí da casa da minha mãe, ela não
estava em casa, tinha ido na igreja e eu fui sem me despedir e sem dizer pra
onde eu tava indo. Mais ou menos uma hora depois, ela me liga e pergunta aonde
eu estou, me ligou chorando, disse que se arrependia e e eu disse que era tarde
que eu ia morar com a minha avó e fazer faculdade...” Então sua mãe lhe chama
pra morar com ela quase todos os dias que os dois se falam, o resto da família
sempre o aceitou bem... Depois ela foi ficando conformada, ela sabe que eu saio
pra boates gays todo sábado, e agora eu e ela temos uma relação bem melhor. Eu
acho que o amor fraternal sempre vence todas as barreiras do preconceito” ▬
Hoje em dia Neto
mora sozinho e sua mãe lhe ajuda dando mandando um pouco de dinheiro para
despesas, entre outros.
2º Depoimento: Bom, ela pediu
para não dizer o nome, mas é uma garota e tem 16 anos.
“Então, eu sempre tive
curiosidade desde pequena, e quando minhas amigas, que sempre foram mais
velhas, trocavam de roupa na minha frente eu ficava sem graça de olhar, mas não
conseguia evitar, então com 12 anos beijei uma amiga na boate. Não parei mais e
meus pais descobriram e ficaram super chateados e desaprovaram, eu era bem
nova, mas ate o ano passado eles não sabiam que eu ficava frequentemente com
garotas. Me apaixonei por uma garota hetero, me apaixonei por ela e comecei a
perceber que eu realmente gostava de meninas, não era bobeira. E eu comecei a
contar pros meus pais e eles ainda não
estavam totalmente confortáveis com a situação, e esse ano eles estavam mais
abertos em relação a isso... Foi quando eu comecei a namorar a Natalia, e
contei mesmo, e assumi ela pra família, e eles aceitam conversam com ela normalmente,
minha mãe conhece ela, e é super ‘de boa’.. eles ‘zoam’ bastante com ela e com
meus amigos homossexuais, a chamam pra tudo que tem aqui em casa ou pra sair e
essas coisas.” Ela diz também que no dia que contou à seu pai que estava
namorando “ele ficou calado por um tempo, depois virou pra mim todo animado: ‘Minha
filha, é bom que você não fica grávida’” Logo depois ficou uma semana sem
dirigir a palavra, depois decidiu ir ao seu quarto e... “ele disse que me amava
de qualquer jeito, chorou, e falou que fica orgulhoso pela minha coragem”
3º Depoimento: Edmo, 18 anos.
“Foi quando eu tinha 11 anos. Na
época eu tinha um orkut, porém não tinha nenhum familiar "adicionado"
era só amigos e etc. Até que um dia minha irmã que é casada foi na casa de uma
família que era amiga da nossa. Chegando lá, ela viu minha amiga mexendo no
orkut, exatamente no meu perfil, curiosa demais já fez minha amiga sair do pc e
começou a futricar no meu perfil e acabou descobrindo... Que eu conversava com
garotos e etc. Ela chegou em casa, de fininho e me pegou no orkut, apenas
minimizei a janela e fingi que não tinha nada demais até que ela virou pra mim
e perguntou: Que história é essa que você é gay? .. Eu sem saída, e como não
consigo ficar quieto ou de cabeça baixa quando alguém grita comigo, simplesmente
virei para ela e falei: ‘é isso mesmo, eu sou gay! Por quê?’ Ela começou a
gritar, falar que eu tinha que gostar de mulher, que isso era uma doença
blábláblá. Minha mãe tava de boa, achando que era brincadeira ou que era apenas
uma fase. Depois disso minha irmã contou pra cidade inteira e ficamos sem nos
falar por 2 anos. Hoje em dia o relacionamento com todo mundo é super
tranquilo. Até conto as novidades e as fofocas pra ela.”
Eu sei que para alguns pais, deve
ser bem difícil essa situação, pra gente já é, para os pais então... Lidar com
fofoca, preconceito e tudo mais. Mas não justifica o comportamento agressivo ou
ignorante da parte de alguns... A partir do momento em que você veste a camisa “amo
meu filho não importa a sexualidade dele, vou estar sempre ao seu lado” a
situação muda por completo, e se torna MUITO mais fácil enfrentarmos o
preconceito fora de casa.
Três pessoas
que tem bom relacionamento com os pais me deram o depoimento. Estou muito
agradecida com isso, sem eles não seria possível escrever o post.quarta-feira, 23 de maio de 2012
Desabafo
Vocês já
perceberam que se tratando de relacionamentos gays as coisas podem ser bem mais
intensas? Amar se torna uma lei, um vicio, como se a única coisa que precisasse
é apenas deixar alguém feliz, aquele alguém que faz seu coração bater mais
rápido, o SEU ALGUÉM.
Quando o
namoro tem um fim a dor não é diferente, parece que a gente sofre como nunca,
como se nada pudesse ser pior. Muitos dizem que somos diferentes, e quer saber?
SIM, NÓS SOMOS DIFERENTES. Diferentes por se entregar de verdade, por amar sem
medo de ser feliz.
Se ser gay
é ser O ''ESTRANHO'' eu tenho todo o orgulho de dizer...
EU SOU E S
T R A N H O DEMAIS!
por: L.Portela
por: L.Portela
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Pré-conceitos
Muitas pessoas escondem a sexualidade de amigos, ou da
família por medo da reação que terão. Isso se deve não só ao preconceito, como
também aos PRÉ-CONCEITOS.
Quando alguém se declara HOMOSSEXUAL a imagem que se tem da
pessoa automaticamente muda ao ver de outros. Porque algumas pessoas acham que
a figura de um GAY sempre vai ter referência em coisas extravagantes,
escândalos e polêmicas. Personalidade é
algo que muda de pessoa pra pessoa, independente da opção sexual, ou não.
Ser Gay não é um molde, um padrão. Ser gay é escolher como
queremos tocar o nosso futuro, uma escolha assim como qualquer uma que temos
que fazer enquanto traçamos nossos próprios caminhos.
Alguém que se diz HÉTERO não é melhor do que um homossexual
simplesmente por seguir padrões vistos pela sociedade como corretos. São só
escolhas diferentes. E a respeito dos PRÉ-CONCEITOS criados por quem tem uma
visão diferente da vida, nós gays poderíamos fazer as mesmas críticas. Como
criticar algo que não se conhece? Julgar um livro pela capa, ou simplesmente
pelo seu título ‘’EU SOU GAY’’. Estes moldes não se adéquam a nós, assim como
não se adequariam a qualquer outro alguém não pertencente ao ambiente gay.
terça-feira, 27 de março de 2012
Homofobia nas igrejas parte 2
(...)
Temos derivadas de religiões
hebraicas duas religiões: catolicismo (católica cristã) e protestianismo (evangélica)
são as religiões no qual a maioria das pessoas segue. A sua base cristã é bem
parecida.
Como de fato é, podemos ver que o
preconceito vem de tempos desde a antiguidade, por alguns costumes e cultura de
outros povos foi ficando “mais forte” e assim sendo repassada de geração em
geração está ai até hoje, o engraçado é que o ser humano evolui, mas algumas
coisas bobas, preconceitos fulos permanecem.
Algumas igrejas chegam à ser hipócrita
dizendo que a homossexualidade não é pecado e si o ato homossexual.
“Defender as verdades bíblicas é
a razão de ser e de existir da igreja, pois ela é firmada nestas verdades,
abrir mão delas é decretar a sua própria falência.” Engraçado, vejo muita
hipocrisia na igreja, tanto na católica quanto na evangélica, dizem que devemos
seguir a bíblia quando eles mesmos se contradizem. Padres abusando sexualmente
de mulheres e crianças, mas padres não deveriam morrer virgens apenas servindo à
igreja? Pastores roubando dinheiro, ou melhor, lucrando com o dinheiro das
pessoas, dizendo que elas só ‘irão para o céu’ se derem a quantia X de
dinheiro... Sinceramente uma vergonha, tampouco é digna de julgar alguém.
Se Deus nos ama independente de tudo por que a
igreja nos condena tanto?
sexta-feira, 9 de março de 2012
Homofobia nas igrejas parte 1
A homofobia nas igrejas começou
há muito tempo atrás, assim como várias coisas eram proibidas a
homossexualidade era condenada, alias até hoje é.
A homossexualidade vem de muitos
anos atrás desde a antiguidade, na Grécia e Roma.
Na Grécia era um ritual; um homem
mais velho iniciava a vida sexual adulta do garoto que estava a iniciá-la, o
homem seduzia o garoto, se não acontecesse (se o garoto não sentisse interesse
a atitude era mal vista socialmente e representava uma grande vergonha para a
família do garoto) o mais velho fazia o papel ativo na cama, assim se levava a
vida durante dois anos, depois o garoto seguiria com vida adulta ao lado de uma
mulher. Esse comportamento era aceito, ou melhor, era tradição e fazia parte da
sociedade na época. Já na Roma era um pouco diferente, era permitido somente
entre senhor e escravo, onde o senhor era ativo e o escravo passivo, caso
acontecesse o contrario era vergonha ao senhor, ou seja, o mesmo seria mal
visto na sociedade.
A homofobia basicamente surgiu pelo fato de os
hebreus terem forçado a abolição de
alguns costumes como os que citei, para eles quando o rapaz completasse 18 anos
ele tinha por obrigação constituir uma família, dar moradia e conforto a sua
esposa. O rapaz não podia segurar seu órgão enquanto urinasse, era visto como
pecado na época, ele não deveria segurar para não ser seduzido por seu órgão, pregando
que o seu órgão sexual era apenas para reprodução, ou seja, masturbação era
proibida.
A homofobia começou basicamente
quando os hebreus decretaram que a homossexualidade deveria ser púnica com
apedrejamentos e até mesmo a morte ao parceiro ativo sendo que ele desperdiçava
o sêmen que deveria ser depositado no útero da mulher. Essa ideologia foi
escrita várias vezes em vários locais, um deles é a bíblia que é uma das maiores
armas contra a homossexualidade. Principalmente acusações de pratica de sexo
envolvendo animais (zoofilia) e orgias, eram envolvidos também textos sobre Sodoma
e Gomorra.
O termo Sodoma foi muito
utilizado na Santa Inquisição, na idade média, para punir com morte as pessoas
que mantinham relação sexual com um individuo do mesmo sexo.
(...)
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
O homossexual no mercado de trabalho
Bom, preconceito em pleno século XXI é o que mais existe
quando se é tratada fora de casa, ainda mais com nós homossexuais.
Emprego: todos precisamos, mas quando nos vestimos
diferente, falamos diferente, agimos diferente, e temos uma personalidade
diferente, somos os principais alvos de piadinhas e discriminação. Saúde boa,
capacidade de aprender e repassar o que sabemos por que o preconceito?
O mercado de trabalho está muito competitivo, nem sempre podemos
escolher onde trabalhar, com o que trabalhar, já perdemos para quem tem
experiência principalmente os jovens que nunca trabalharam.
“Permanece a recusa de alguns empregadores em aceitar os
homossexuais no seu quadro de colaboradores, baseados apenas nas justificativas
de que possam envergonhar ou até mesmo prejudicar a imagem da empresa.”
Envergonhar a imagem da empresa é quem tem o cérebro do tamanho de uma ervilha
pra falar isso, envergonhar é quem não sabe lidar com as diferenças, lidar com
um padrão só, isso é vergonha.
O diferente não devia ser estranho, e sim, instigante! Não
para todos seguirem o homossexualismo como se fosse uma regra ou obrigação, mas
sim para respeitarem. Para se colocarem no lugar de todos nós e parar pra
pensar o que passamos e sofremos com o preconceito, que cresce cada dia mais.
Homossexualismo não devia ser um empecilho no trabalho, até
porque, trabalho é uma área profissional e cada qual deve agir da forma
correta. O que o pessoal de cada ser humano tem a ver com o trabalho? Desde que
não atrapalhe o trabalho, não há mal nenhum. O mal está na cabeça de cada
hipócrita, de cada pessoa que não consegue enxergar uma outra realidade, a não
ser a sua própria.
Já vi pessoas esconderem sua sexualidade para conseguir
emprego, agora, que país é esse? Onde as pessoas vivem numa sociedade
hipócrita, fingem o que não são apenas para se encaixar no padrão da sociedade
que por acaso, ainda convive e põe em prática tanto preconceito e discriminação.
Ainda assim, quando descobrem sobre a sexualidade das pessoas por mais que seja
um bom trabalho demitem a pessoa, ai vem e os direitos? E a leis voltada à nós?
A principio foram feitas para serem seguidas. Mas só foram feitas mesmo, num
país onde nem as autoridades, e pessoas de cargos considerados
"superiores" as seguem.
“Todo mundo pode ser um bom profissional em sua área, não
importa o que você é ou como você é, o gay pode ser perfeitamente o melhor
profissional de uma empresa. O mercado acaba selecionando os melhores
profissionais pelo resultado obtido e não pela sexualidade. Infelizmente, é
preciso enfrentar o preconceito na hora da contratação e, muitas vezes, no
ambiente de trabalho. É um desafio a mais para o profissional homossexual
encarar. Todos temos os mesmo direitos e o mercado de trabalho está aí para
todos, difícil sim, mas não impossível.”
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Casamento gay.
Casamento gay, legalizado no Brasil... Foi legalizado por
que em outros países estava sendo legalizado ou porque era necessário? Foi como
a escravidão, abolida porque era necessária? Bem, vamos ver...
“Desde 2001, na Holanda, os direitos de casamento valem para
todos os cidadãos – as palavras homo e heterossexual nem são citadas pela lei.”
– Parece que a Holanda foi o primeiro pais a legalizar, logo depois veio a
Bélgica, Canadá, Massachusetts (um estado americano), França, Buenos Aires.
(...)
Legalizado no Brasil, dia: 06/05/2011 o casamento
homossexual foi legalizado com o objetivo de além de oficializar, dar os mesmos
direitos de um casamento heterossexual: divorcio, pensão, herança, previdência,
separação incluindo a comunhão de bens.
Como a religião se comporta quanto à isso:
Catolicismo: “ Em 2 mil anos de história, a Igreja Católica
tornou-se uma perita em
humanidade. E entendemos como complicada a entrega total
entre dois indivíduos do mesmo sexo. A pessoa do homossexual pode ser feliz?
Achamos difícil”, diz dom José Benedito Simão, doutor em moral e bispo -
auxiliar da Arquidiocese de São Paulo.”
Evangelismo: “A decisão fez com que o pastor “Silas
Malafaia” movesse seus devotos a enviar e-mails contra o movimento.”
Agora por que a igreja tem que interferir em algo? Claro que
se a pessoa gosta da outra independente o sexo ela vai ser feliz com a pessoa,
o que importa e o que MUITOS esquecem é o
SENTIMENTO. Isso não só num relacionamento homossexual, quantas vezes já vi
pessoas com outras apenas por beleza, dinheiro, comodidade? Isso num
relacionamento heterossexual, assim alguém consegue ser feliz? Cadê a
felicidade do ser humano? Tanta gente movida pelas opiniões do mundo e quase
ninguém é feliz hoje em dia, não assim.
A maioria dos países árabes condena o relacionamento
homossexual, sendo tratados como “sub-animais” “sem direitos” são penalizados
por prisão. Na áfrica também a punição não fica muito atrás, rolou um vídeo
pela internet (acredito que muitos viram) sobre um cara que era gay, eles o penalizaram
batendo, e logo depois carbonizando o rapaz. Mais uma vez somos punidos por
mostrar o que somos não por agir/ser do modo que o mundo espera.
Mesmo existindo certas leis... elas não são devidamente
respeitadas e nem tem o valor que deveriam ter... Por que, assim como há
pessoas que desprezam os homossexuais, também desprezam qualquer coisa que seja
ligada a eles.
A questão é: só queremos ser felizes, sem distinção de sexo,
sexualidade, nacionalidade, etnia, religião. O começo de tudo e que o ser humano
esquece, é o respeito, o meu espaço termina onde o do outro começa.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Orgulho de ser gay
LBGT muita gente
não sabe o que significa antes o que era GLS,
agora é: Lésbicas Bissexuais Gays Transexuais.
Somos diferentes? Pra sociedade parece que somos para alguns
parece até que é doença, à ponto de sermos vítimas de violência... - Ignorância, preconceito, violência,
homofobia...sinceramente, disso a sociedade deveria ter vergonha, e parar de se
preocupar com quem não está fazendo nada para prejudicar o próximo. Cada um tem
livre arbítrio então, para que se interferir em algo que nós mesmos não
escolhemos?
Não é preciso mudar, mas sim se adaptar, aceitar, ou ao
menos respeitar... à educação tem que ser mútua, nada além disso.
Ser gay não é vergonha nenhuma, pelo contrario, é questão de
orgulho, acho que pra um cara se assumir gay na sociedade como está hoje, ele é
muito mais “macho” que muito homem por ai, por bater o peito e dizer “sou gay”.
Uma garota se assumir lésbica é muito mais mulher por
assumir do que ficar ‘no armário’ 'pegando' as garotas pelos cantos.
Como é gostar de uma pessoa do mesmo sexo? É do mesmo jeito
que vocês héteros pensam, temos sentimentos iguais vocês: amamos, sofremos,
recomeçamos... E assim até achar alguém que gostamos de verdade, amamos e
achamos que valha a pena seguir uma vida com essa pessoa.
Orgulho? Lógico que temos afinal cada um deve ter orgulho do
que é! Enfrentar a sociedade e se meter a cara a enfrentar preconceitos, na
minha opinião somos muito mais corajosos do que esses caras que se acham o “machões”
que metem o pau a quebrar a cara dos “gayzinhos” que “são gays porque querem” e
acham isso lindo, o que na verdade a sociedade meio que apóia, quando é a pena
de quem bate em homossexual? Dois meses? Quanto é a fiança? 100 reais? Muito fácil,
muito bonito, vergonha de você sociedade, precisamos mudar MUITO!
Bater em um homossexual não vai fazer com que ele goste/vire
heterossexual, afinal não é questão de escolha.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Por que a maioria dos homossexuais tem medo de se assumir aos pais?
Se assumir ou não?! Antes dos 18, obrigação dos pais manterem
os filhos em casa, ou seria certo?! As vezes se assumir não é algo tão ruim, alguns
pais aceitam os filhos, muitas vezes nem tanto.
Muitos tem medo de se assumir ou sair do armário por
preconceito que ouvem no dia-a-dia, comentários vindo dos pais. Muitos não se
assumem antes dos 18 ou às vezes os pais descobrem antes, a vida vira um
inferno. Alguns pais acham que “é questão de fase” outros simplesmente não
aceitam, isso leva com que expulsem os filhos de casa ou até mesmo que batam,
castiguem...
Cadê o amor incondicional? E a parte: aceito meu filho como
ele é? Muito fácil dizer: “respeito os homossexuais” quando eles não estão
dentro da sua casa. Algumas vezes eles tem esse comportamento por medo de que o
filho sofra preconceito fora de casa, mas bem... não seria mais fácil bater no peito
e dizer que está com o filho pro que der e vier? Ou seria apenas decepção? Medo
do que as outras pessoas iriam dizer?
Vou contar como eu ‘me assumi’:
– Eu tinha 14/15 anos
não me lembro ao certo, quando minha mãe DESCOBRIU, não contei, rs. Foi
complicado porque ela viu um papel (pelo menos não saiu da boca de alguém
necessáriamente, acho que para os pais é mais difícil assim), ela chegou em mim
e perguntou, bom era um daqueles 'msn' de sala, no qual falava de uma guria que
eu ficava, bem... Foi horrivel né?! Ela brigou, chorou, na verdade eu me senti
um lixo, não é legal fazer a mãe chorar, nessas ela chamou minhas tias, que
ficaram horrorizadas, pelo fato de eu ter sido criada na igreja e nunca ter
tido um comportamento masculino...
Me ameaçaram demais, falaram que me deixariam de castigo,
que eu iria parar de sair... Me fizeram prometer que eu viraria 'hetero'.
Mentira que virei hetero porra nenhuma, sempre na escola eu
pegava e assim se sucedeu por mais um ano. Bom, foi no dia que bebi, tentei me
suicidar... Tenho depressão e não é fácil lidar, e sempre me senti a filha mais
jogada, na verdade sempre fui a "ovelha negra" da família, eu estava
sofrendo por uma garota (risos) e eu havia saído e tudo mais, bebi que passei
da conta, eu chegaria em casa cedo, bem era o que eu havia planejado e
prometido para minha mãe, era até eu beber demais, eu chorava, chorava demais,
tentei varias vezes me jogar na pista mas sempre me seguravam, até que desisti,
00:00 e eu ainda estava na rua, o que me deixava mais tensa, bom... Cheguei em
casa às 3 da manha, minha mãe super preocupada e eu mega bêbada, ela havia
achado um rascunho de uma carta que eu tinha feito pra mina e tudo mais, e me
perguntou, dai, eu falei tudo que sentia também, entre isso, tivemos várias
brigas, falei o que tinha ocorrido durante o tal role, hoje em dia ela sabe de
mim, mas não aceita, acha que é fase (quem dera fosse fase) mas a gente se
acerta um dia. –
Bom, os pais com certeza não estão preparados para enfrentar
algo do tipo, visto que, eles educam os filhos de uma forma padrão, para serem
seus futuros sucessores seria interessante o governo se mobilizar para
fazer palestras, para que não só os pais mas que todos apenas respeitem, em
pleno século XXI e um mundo tão globalizado há tanta hipocrisia e preconceito, acho
que a partir do momento em que você não está fazendo mal à ninguém “está tudo
certo”.
Li isso em um site achei interessante: “Deste modo, eu lhe
digo: e agora? E agora, aceite. Acostume-se. Seu filho é o que é, e o que ele é
vai muito além de uma extensão sua. Ele não é um robô, não é um projeto. É uma
pessoa com desejos próprios. Admire-o por isso. E não apenas "tolere"
sua preferência sexual. Respeite-a.”
Aos pais: aceite seu filho como ele é, pois se você criar
raiva, um dia pode ser tarde demais para pedir desculpas.
Bom, vi esse vídeo, depoimento de uma mãe, sobre seu filho gay, acho que toda mãe deveria ver, eu chorei muito, achei muito bonito da parte dela, enfim: http://www.youtube.com/watch?v=6n1nYVPQEEA
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Por que tão difícil a adoção de crianças quando os pais são homossexuais?
Bom, acompanhando a mídia, podemos ver que é difícil a adoção,
mas por que a dificuldade aumenta quando os pais são homossexuais? Homofobia? Medos
que as crianças cresçam com pais e assim se tornem?
O que mais ouço é que quando uma criança convive com pessoas
homossexuais ela tem tendência a se tornar homossexual: “não é normal uma
pessoa ser lesbica/gay” é normal sim, alias a criança tem que conviver sim ela
tem que aprender a lidar com isso desde cedo pra quando crescer não se tornar
uma pessoa ignorante e homofobica como muitos por ai.
A adoção, assim como o casamento já é mais comum em outros
países.
Pesquisando a fundo sobre o assunto, vi sites brasileiros
que falam sobre a adoção aqui no Brasil.
“Fico muito preocupada com crianças adotadas em idades
inferiores há 6 anos, pois a criança aprende pelo modelo oferecido. Nesta fase
a criança está elaborando ainda seu
complexo de Édipo, seu script de vida, e o papel sexual tem muita importância neste processo.Não
acredito como psicóloga que a criança tenha suporte emocional para entender , o
que se passa com ela, e a diferenças das outras famílias tradicionais ( ainda
que com pais separados). Falo apenas como profissional, pensando no bem estar
dessa criança. Não podemos se somos éticos seres humanos sensatos, negligenciar
essa verdade por mais liberais, por mais
relativistas que a sociedade seja , temos que admitir que a criança PODE ficar confusa entrar em
conflitos psíquico com a definição dos papeis sociais, sexual e com sua
própria identificação. Outra questão a
ser abordada, é que o ser humano é muito tendencioso, podem os pais induzir a
criança a comportamentos homossexuais ou bissexual sem que necessariamente a
criança seja por estímulo oferecido
causando assim um sofrimento grande em
sua alma no futuro, que vai desencadear
transtornos emocionais irreversíveis e até mesmo sexual. Acontece com criança que são adotadas por
uma família tradicional, porque não aconteceria com casal gay?” – Que absurdo cara, a criança pode até
ter pais gays, mas se ela não nasceu gay ela não necessariamente vai ser gay. Claro
que ela convivendo com um casal gay ela vai aprender a conviver com as
diferenças, talvez sofrer preconceito por outras famílias.
Vendo outros sites, vi um até que me deu orgulho de ler:
" 'Em
Goiânia temos aproximadamente 550 famílias esperando uma criança para adoção.
Se a criança tem à sua disposição uma família de casal heterossexual e outra de
casal homossexual, qual vai ser melhor pra ela? Eu recomendo a heterossexual.'
Sem dúvida essa foi uma afirmação extremamente
preconceituosa, afinal de contas, a natureza sexual do casal não determina a
dinâmica familiar – é fácil imaginar uma família problemática ou desestruturada
em que os pais são heterossexuais.
Ao contrário do que muitos pensam, nós psicólogos não temos todas as respostas sobre o comportamento humano. Muito menos em questões atuais e polêmicas como esta. Mas isso não nos dá o direito de responder baseado no “achismo” ou em preconceitos.
Ao contrário do que muitos pensam, nós psicólogos não temos todas as respostas sobre o comportamento humano. Muito menos em questões atuais e polêmicas como esta. Mas isso não nos dá o direito de responder baseado no “achismo” ou em preconceitos.
O bacana foi que, mais tarde, me disseram que no dia anterior
a mesma aluna havia feito a mesma pergunta à outra psicóloga, que respondeu
mais ou menos assim: 'se são um casal feliz e
estável, com claras intenções de cuidar e educar o filho e tem condições para
isso, então acredito que nada impeça que a criança cresça de maneira saudável'."
O assunto é bem complexo, cada um pensa de uma forma
diferente, achei várias coisas legais por aqui sobre o assunto...
Muito legal você sentar e discutir sobre... Postei o que achei mais interessante, e alguns pedaços, espero que tenham gostado.
Bom, aqui está um vídeo de um relato sobre o assunto: http://www.youtube.com/watch?v=Yv1jw16zjqU
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Homossexualidade, para quê implicar se não estar lhe fazendo mal?
Homossexualidade (do grego antigo ὁμός (homos), igual + latim sexus = sexo), refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo.
Acho bem ridículo como o modo de algumas pessoas tratarem a homossexualidade em pelo século XXI, ainda há preconceitos, acredite e não é pouco.
Auto-aceitação: Acho que é a pior fase, ainda mais quando se é criado na igreja no meio de tantos preconceitos, você tenta se aceitar quando pensa naquela pessoa do mesmo sexo, mas ainda sim, acho que o que pesa nem é tanto o que você pensa sobre você, é o que a família vai dizer...
Machuca tanto você ouvir da sua própria mãe: não é certo, sapatão é coisa do demônio, outras acreditam que é fase, outras dizem que não aceitam, batem nos filhos, e simplesmente... Ameaças de expulsar de casa é o que mais rola. Agora imagina, você já tem que enfrentar o preconceito todo fora de casa, sai na rua e ainda enfrenta mais preconceito... Você se sente desmotivado, palavras, machucam e machucam demais em qualquer situação. É fato que muitos, não se assumem por medo...
Muitos dos homossexuais em base do que já li, tem tendencia a depressão, por que? O simples fato de se sentir diferente, inútil, incapaz pelo que ouve no dia-a-dia, alias o modo extravagante de alguns é um modo de chamar atenção, de ter a atenção que os pais não dão pelo simples preconceito que há ali no ambiente familiar.
Opção sexual ou orientação sexual?
Vou falar como penso... Na verdade, acho que ninguém opta por escolher sofrer preconceito, alias você já sofre pela pessoa que você gosta, ainda 'escolhe' sofrer por preconceito, opa... Tem algo errado não?! Ninguém escolhe sofrer preconceito, ser diferente da sociedade, acho muito fácil alguns saírem por ai julgando sendo que não passa pelo que o alheiro passa...
Acho que ninguém tem que julgar, o mundo é feito de diferenças, não precisa gostar, só respeitar.
Bom, eu vi um vídeo, que eu achei lindo, só gostaria de compartilhar:
http://www.youtube.com/watch?v=m1C0WgjHYfo
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